Papel da família na Reabilitação de Pacientes Dependentes

A dependência de drogas é uma doença que, como outras doenças, requer atenção médica e apoio de parentes e parentes dos doentes. Devido a razões sociais negativas em torno da imagem do uso de drogas, muitos pacientes e familiares preferem ser tratados em um local diferente de sua residência, longe de seu ambiente diário.

É importante quebrar a rotina e as tentações habituais que desencadeiam o abuso de drogas. Desta forma, os pacientes sentem-se mais relaxados e em melhor disposição para seguir o tratamento que penetra em profundidade às raízes físicas e psicológicas da dependência. É de suma importância para o paciente que o tratamento seja realizado em um ambiente agradável e controlado.
 
Tratamento Medicamentoso As instalações cubanas para terapias de dependência estão localizadas em ambientes rurais e cercadas por vegetação abundante. Longe do estresse e do ruído das cidades, uma equipe multidisciplinar atende o paciente 24 horas por dia com o apoio de equipamentos e medicamentos de última geração.

Para evitar a sensação de isolamento, as excursões às praias e paisagens pitorescas da região são organizadas como parte da terapia.
Cuba é, sem dúvida, uma boa opção para uma reabilitação integral do abuso de drogas.

POR QUE É NECESSÁRIA A PRESENÇA DE UM COMPANHEIRO?

A reabilitação paciente viciado e dependente de drogas não é concebida sem a participação da família, concebendo sua participação em vários momentos do processo.

O familiar acompanhante deve conhecer a história de sua doença, bem como a dinâmica familiar em que o paciente se desenvolve, com o objetivo de:
  1. Fornecer informações que permitam que o paciente seja totalmente avaliado.
  2. Conheça o ambiente físico e humano onde o paciente ficará.
  3. Participa voluntariamente de terapias didáticas, esportivas, recreativas e sociais, interagindo com outros pacientes e familiares, conhecendo a magnitude do problema como um fenômeno de grupo e é nutrido pelas experiências satisfatórias da CT.
  4. Recebe informações do Programa em conjunto com o paciente e são realizadas avaliações da funcionalidade ou disfunção da família, o que possibilita mapear estratégias dentro da família.
  5. Eles visitam universidades para conhecer as possibilidades de estudo e professores de professores que ajudarão o paciente em suas futuras alternativas de ensino.
  6. Eles conhecem a equipe interdisciplinar de profissionais e técnicos que inicialmente avaliam e depois acompanham os pacientes.
  7. Eles fazem contato terapêutico e administrativo (regulação, critérios de entrada e saída, interrupção do tratamento, expulsão, conotação legal do paciente dependente de drogas em Cuba e análise de custos).
A equipe de tratamento irá manter uma comunicação fluida com a família do paciente a quem ele irá recomendar para passar a última semana de tratamento na CT para incorporar o trabalho de reintegração social, como a ligação emocional vital e rever sugestões terapêuticas para mudança ou emocional-comportamental modificações da família, dado através do processo de reabilitação de um dos seus membros.

Informações importantes para pacientes e famílias

  1. Na 1ª semana de avaliação, o paciente não tem saídas da Comunidade Terapêutica, exceto em casos excepcionais.
  2. Ao final da semana de avaliação, chega-se a uma Impressão Diagnóstica (inconclusiva) e decide-se se o paciente permanece ou não na Comunidade Terapêutica.
  3. No primeiro dia e depois testes semanais de urina são realizados para verificar a positividade para o uso de drogas.
  4. Os familiares participam de todas as atividades, com suas exceções, por recomendação da equipe terapêutica.
  5. O familiar tem direito de permanecer 15 dias na Comunidade Terapêutica (conforme programa inicial), ou seja, na fase de avaliação e na primeira semana de tratamento.
  6. Posteriormente, a pedido do familiar e conforme análise de conveniência ao paciente realizada pela equipe terapêutica, o familiar poderá continuar na Comunidade Terapêutica.
  7. A equipe médica pode determinar os períodos de visita do familiar à Comunidade Terapêutica, para favorecer o tratamento do paciente ou o prolongamento da permanência no centro.
  8. Por indicação terapêutica, o familiar pode ser solicitado a se retirar da Comunidade Terapêutica devido ao mau relacionamento com o paciente ou pela conveniência do tratamento, ou ainda para que outro membro da família compareça em seu local.
  9. A participação da família é recomendada no momento da alta do paciente para participar do ACORDO DE DESCARGA (5 a 7 dias antes da alta).
  10. A reabilitação do paciente dependente e dependente de drogas não se concebe sem a presença da família, sendo a sua participação concebida em várias etapas do processo.
Papel da família na Reabilitação de Pacientes Dependentes
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